友情链接: 澳门威尼斯人娱乐平台 线上真人百家乐 澳门威尼斯人备用网址 威尼斯人娱乐 澳门威尼斯人官方网站 威尼斯人娱乐网站在线注册 威尼斯人网站 澳门威尼斯人官方网投地址 百家乐官方注册 威尼斯人正网 威尼斯人娱乐场官网 澳门威尼斯人会员注册 威尼斯人娱乐场注册 威尼斯人注册官网 百家乐娱乐场网站 澳门威尼斯人在线游戏 线上百家乐游戏 网上百家乐注册 百家乐手机网站 澳门百家乐官网 澳门威尼斯人娱乐场 威尼斯人网投 澳门百家乐赌博网站 威尼斯人手机网站 线上威尼斯人游戏 威尼斯人娱乐棋牌 正规赌博网站 威尼斯人线上娱乐 百家乐真人视讯 澳门威尼斯人赌城网站 澳门威尼斯人游戏 威尼斯人娱乐场网址 澳门威尼斯人注册 澳门威尼斯人真人赌场 澳门百家乐网站 澳门百家乐手机网站 澳门百家乐官网注册 澳门威尼斯人轮盘 澳门威尼斯人赌场网站 澳门威尼斯人线上娱乐 威尼斯人网址注册 百家乐网站 澳门百家乐备用网址 威尼斯人赌博平台 百家乐技巧网站 澳门百家乐正规官网 威尼斯人代理 威尼斯人线上赌博平台 百家乐手机注册 澳门正规网络博彩公司 澳门威尼斯人游戏官网 澳门威尼斯人线路检测 澳门威尼斯人角子机 澳门威尼斯人代理 澳门威尼斯人官方网投 威尼斯人官方平台 百家乐娱乐平台 澳门百家乐平台注册 威尼斯人会员注册 澳门威尼斯人博彩 百家乐正规官网 澳门威尼斯人官方注册 澳门百家乐真人视讯 威尼斯人百家乐网站 大香蕉成人网 香港六合资料

Warning: session_start(): Cannot send session cookie - headers already sent by (output started at /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/index.php:80) in /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 658

Warning: session_start(): Cannot send session cache limiter - headers already sent (output started at /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/index.php:80) in /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 658
Notícias Apecs

Apecs apoia Feira Tecnológica 2018

 

O Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) realiza no dia 21 de junho a Feira Tecnológica 2018, com o tema “Tecnologias Verdes”. A Apecs apoia o evento, que será realizado no Prédio do Ensino, 1º andar da instituição, localizada à Avenida Lineu Prestes, 2242, Cidade Universitária São Paulo-SP 

O objetivo deste evento é divulgar para as empresas as tecnologias verdes desenvolvidas pelos pesquisadores do Instituto. Isso permitirá a interação e parcerias, por meio de novos projetos e/ou licenciamento.   


Confira a programação da feira:

8h30 às 9h – Credenciamento e abertura

9h às 9h20 – Apresentação do Ipen

9h20 às 9h40 – Parcerias e transferência de tecnologia com o Ipen (NIT)

9h40 às 10h – Oportunidades de apoio financeiro para inovação (NIT)

10h às 13h – Exposição das tecnologias no prédio do ensino

 

Inscrições:

Contatos:

Anderson Zanardi de Freitas, nit@ipen.br

Cassiane Jaroszewski, cassiane.jaroszewski@ipen.br

Letícia Henn Ferreira, lferreira@ipen.br

 

Apecs apresenta propostas para nova lei de licitações

 

Encontro na Alesp reuniu deputados e representantes de diversos setores 

A forma de contratação de projetos e serviços de engenharia consultiva deve seguir critério de melhor técnica ou técnica e preço com preponderância da técnica de, no mínimo, 70%. Além disso, o certame deve avaliar a equipe, a empresa e a metodologia de trabalho e conhecimento do objeto a ser contratado. E ainda, a contratação das obras deve ocorrer a partir do projeto executivo e não por meio de projeto básico ou projeto completo. Esses foram os principais pontos defendidos pelo engenheiro Luiz Pladevall, presidente da Apecs (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente) e vice-presidente da ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), durante encontro realizado na segunda (dia 7 de maio), na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), para discutir a nova lei de licitações.

 Para o engenheiro, é recorrente e histórico o que vem acontecendo com o setor público, com milhares de obras paralisadas e, na sua maioria, pela falta de qualidade de projetos. “Nas tentativas de acelerar os empreendimentos, em detrimento da qualidade dos projetos, e por conta de total falta de planejamento, partiu-se para a contratação de projeto de engenharia por pregão, menor preço ou RDC (Regime Diferenciado de Contratação). Isso simplesmente é um crime contra a qualidade. O nascedouro do empreendimento é contratado por menor preço ou pregão”, apontou o dirigente.

 “O projeto executivo com qualidade é uma vacina contra a corrupção”, ressalta Pladevall. Ele lembra que nessa modalidade é possível definir mais detalhes para o empreendimento, reduzindo as variantes, que podem necessitar de futuros ajustes. “Os gestores públicos precisam prever no de planejamento as fases para todo o processo de licitação, para que possamos ter projetos de engenharia de qualidade, no tempo adequado para a implementação dos empreendimentos”, alertou o engenheiro.

 O presidente da Apecs reforçou que o projeto “é o DNA do empreendimento”. Por isso, ele é fundamental para a sua execução, manutenção e operação, permitindo levantar todas as questões que envolvem o desenvolvimento e uso de uma obra. Diante das dificuldades dos pequenos municípios na realização de licitações, o engenheiro sugere o apoio do governo federal na forma de assessoria técnica, inclusive para o apoio aos processos de contratação de consultoria e projetos.

 Para exemplificar a importância da licitação por meio de projeto executivo, o presidente da Apecs lembrou do relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) de 2015, sobre auditoria realizada entre janeiro e julho de 2014. No período, foram analisados 491 contratos dos exercícios de 2007 a 2011, referentes ao PAC-1 do saneamento, no valor total de R$ 10,4 bilhões de investimentos previstos. O levantamento mostrou que apenas 58 contratos foram concluídos (11,81%). Nos contratos concluídos, foram investidos somente R$ 58 milhões (5,64%). “Os projetos básicos utilizados no PAC-1 não tinham as informações mínimas necessárias para a realização das obras e empacaram estes processos” alerta o dirigente da Apecs.

 Sobre a Apecs

Fundada em 1989, a Apecs congrega atualmente cerca de 40 das mais representativas empresas de serviços e consultoria em Saneamento Básico e Meio Ambiente com atuação dentro e fora do país.

Essas companhias reúnem parte significativa do patrimônio tecnológico nacional do setor de Saneamento Básico e Meio Ambiente, fundamental para o desenvolvimento social e econômico brasileiro, estando presente nos mais importantes empreendimentos do setor.

Revista Engenharia destaca Apecs

O Saneamento básico é essencial para o desenvolvimento de qualquer nação. Ele atende a princípios básicos de garantia de cidadania, melhorando a qualidade de vida de milhões de brasileiros, e reduzindo os riscos de doenças infecciosas e parasitárias, principalmente em crianças. Por isso, os indicadores do setor contribuem para construir um panorama de determinada localidade e checar suas reais condições de vida. Na saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada 1 dólar investido em saneamento, pode-se economizar 4,3 dólares em despesas com saúde pública.

Mesmo diante de tantas certezas dos benefícios do saneamento básico, ainda caminhamos a passos muito lentos na implantação de políticas públicas no setor. Aprovada em 2007, a Lei do Saneamento passou a ser um importante marco legal para o desenvolvimento de empreendimentos estruturantes. Com ela, o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), instrumento que deveria ser o responsável pela política nacional, só foi efetivado em dezembro de 2013, ou seja, quase sete anos depois da Lei 11.445/07. Desde essa data, os recursos destinados para o saneamento deveriam chegar à ordem de 20 bilhões de reais ao ano para alcançar a universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário até 2033. A demanda continuou crescente nos últimos anos, mas os recursos foram minguando e aplicamos menos da metade dos investimentos previstos para o período, estendendo os prazos estabelecidos para após 2055.

O aprendizado dessa aventura desastrosa vai cobrar seu preço nas próximas gerações. O setor carece de uma importante gestão de processo, capaz de traçar um panorama do saneamento no território brasileiro e propor soluções e recursos adequados. Falta ainda apoio técnico em conformidade com os municípios, para que esses estudem a viabilidade dos seus sistemas e consigam minimamente um planejamento para a implantação do saneamento básico. Até o momento, aproximadamente apenas 40% das cidades já concluíram seus planos municipais de saneamento. A crise financeira atual só veio arrefecer os recursos destinados aos empreendimentos de saneamento básico, sem qualquer sinalização de novos investimentos por parte do governo federal. Diante da situação de penúria do estado brasileiro, as alternativas vão minguando e a busca de recursos privados torna-se uma das poucas alternativas para esses empreendimentos retornarem aos trilhos.
   As soluções de impulsionar o saneamento passam em primeira ordem pela necessidade de organizar o setor de forma que, tanto a iniciativa privada como empresas públicas possam investir. A direção a ser tomada depende de reforçarmos a importância na melhoria da gestão dos sistemas, eficiência operacional e uma regulamentação forte e isenta de influência política. O caminho tem muitos obstáculos, mas as soluções podem ser encontradas tanto pelas empresas públicas – muitas delas com reconhecida expertise desenvolvida nas últimas décadas – como novos players. As concessões devem ser estruturadas de forma a atender às demandas de pequenos e grandes municípios. Nossa contribuição como proposta para essa questão passa por concessões regionais, capazes de beneficiar lotes de pequenas a grandes cidades, criando soluções viáveis através de subsídios cruzados.
      Para avançar, as companhias de saneamento precisam ainda fazer uma profunda revisão tarifária. Os preços cobrados dos consumidores estão distantes dos verdadeiros gastos operacionais. Nesta revisão, os gastos operacionais necessariamente devem ser otimizados, pois não se podem transferir para as tarifas os elevados custos exigentes nos operadores atuais. A maioria dos sistemas já implantados e em operação demanda uma gestão adequada como forma de alcançar melhoria da eficiência. Nessa questão, é preciso buscar a redução significativa de perdas, principalmente em algumas regiões do país, assim como o adequado abastecimento da população. Na região Norte, por exemplo, o Amapá tem índice de 78,2% de perdas e a média no Nordeste chega a 48,4%. Para termos um parâmetro de quando ainda podemos evoluir, basta lembrar que esses índices são de 13% nos Estados Unidos e de 7% na Austrália. Por isso, os investimentos em ações estruturantes no setor de saneamento são fundamentais para alcançar os objetivos. Mas a penúria dos entes federativos reflete diretamente na incapacidade de fazer esses investimentos.
        Já avançamos importantes passos até o momento, mas temos um caminho de muito trabalho pela frente. O país precisa continuar investindo em infraestrutura no setor de saneamento como única forma de deixar a fila dos países em desenvolvimento para se tornar uma verdadeira nação desenvolvida. Somente com coragem, determinação e, sobretudo, noção de futuro, que romperemos com as amarras que nos deixam no passado para conquistar nosso pleno desenvolvimento econômico e social.

Apecs defende acelerar o saneamento para melhorar a saúde da população

As crianças são as mais afetadas por doenças de transmissão hídrica

 

Os investimentos em saneamento têm impactos diretos na saúde da população. As principais vítimas do atraso dos empreendimentos do setor são as crianças, principalmente aquelas que vivem em países em desenvolvimento. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 88% das mortes por diarreia no planeta são causadas pelo saneamento inadequado e, destes óbitos, 84% são de crianças.

Informações Clipping

 

Confira o clipping das notícias da Apecs.

Basta digitar www.mjournal.net.br/apecs 

 

Contato

Rua Rego Freitas,289- 6º Andar Sala 61 Vila Buarque CEP:01220-010:
apecs@apecs.com.br
  +11 3221 5554
  +11 3333 4327
  São Paulo - SP