友情链接: 澳门威尼斯人娱乐平台 线上真人百家乐 澳门威尼斯人备用网址 威尼斯人娱乐 澳门威尼斯人官方网站 威尼斯人娱乐网站在线注册 威尼斯人网站 澳门威尼斯人官方网投地址 百家乐官方注册 威尼斯人正网 威尼斯人娱乐场官网 澳门威尼斯人会员注册 威尼斯人娱乐场注册 威尼斯人注册官网 百家乐娱乐场网站 澳门威尼斯人在线游戏 线上百家乐游戏 网上百家乐注册 百家乐手机网站 澳门百家乐官网 澳门威尼斯人娱乐场 威尼斯人网投 澳门百家乐赌博网站 威尼斯人手机网站 线上威尼斯人游戏 威尼斯人娱乐棋牌 正规赌博网站 威尼斯人线上娱乐 百家乐真人视讯 澳门威尼斯人赌城网站 澳门威尼斯人游戏 威尼斯人娱乐场网址 澳门威尼斯人注册 澳门威尼斯人真人赌场 澳门百家乐网站 澳门百家乐手机网站 澳门百家乐官网注册 澳门威尼斯人轮盘 澳门威尼斯人赌场网站 澳门威尼斯人线上娱乐 威尼斯人网址注册 百家乐网站 澳门百家乐备用网址 威尼斯人赌博平台 百家乐技巧网站 澳门百家乐正规官网 威尼斯人代理 威尼斯人线上赌博平台 百家乐手机注册 澳门正规网络博彩公司 澳门威尼斯人游戏官网 澳门威尼斯人线路检测 澳门威尼斯人角子机 澳门威尼斯人代理 澳门威尼斯人官方网投 威尼斯人官方平台 百家乐娱乐平台 澳门百家乐平台注册 威尼斯人会员注册 澳门威尼斯人博彩 百家乐正规官网 澳门威尼斯人官方注册 澳门百家乐真人视讯 威尼斯人百家乐网站 大香蕉成人网 香港六合资料

Warning: session_start(): Cannot send session cookie - headers already sent by (output started at /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/index.php:80) in /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 658

Warning: session_start(): Cannot send session cache limiter - headers already sent (output started at /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/index.php:80) in /home/storage/0/2e/be/apecs/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 658
Saneamento básico e os desafios para os novos prefeitos

Saneamento básico e os desafios para os novos prefeitos

Luiz Roberto Gravina Pladevall (*)

No dia 1º de janeiro, as cidades brasileiras passaram a contar com novos prefeitos eleitos ou aqueles reeleitos nas Eleições de 2016.

Os desafios são muitos e o cobertor curto demais para atender todas as demandas dos municípios. Mas o saneamento básico é questão essencial para qualquer mandatário do poder executivo municipal. Os recursos aplicados no setor contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população e ajudam a atrair investimentos.

Um dos primeiros passos dos novos prefeitos nessa área é elaborar um Plano Municipal de Saneamento Básico, caso o município ainda não tenha o seu. A partir dessa etapa, a próxima fase é buscar executar o que está determinado no documento. Para os dois estágios, é importante contar com especialistas e isso é uma das grandes dificuldades das mais de cinco mil cidades brasileiras. Ainda hoje, mais de 80% delas sequer contam com um profissional de engenharia para qualquer tipo de orientação. Essa lacuna vai afetar tanto a elaboração quanto a execução do plano. Uma das saídas é contratar empresas de consultoria especializadas no assunto, que podem oferecer a orientação e os serviços necessários.

Os novos prefeitos vão enfrentar indicadores aquém das reais necessidades da população. Para se ter uma ideia, apenas 40% dos esgotos do país são tratados e a média das 100 maiores cidades brasileiras em tratamento dos esgotos foi de apenas 50,26%, conforme dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS 2014). Isso tem reflexos diretos na qualidade de vida da população. Vale lembrar ainda que para cada R$ 1 investido em saneamento economiza-se R$ 4 em saúde, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outra importante “lição de casa” para os novos prefeitos é investir na redução de perdas de água. Hoje, desperdiçamos 37% da água tratada pelas companhias de saneamento. O problema se concentra principalmente em vazamentos por tubulações antigas, ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas. Temos possibilidade de avançar, principalmente nos municípios brasileiros. O governo federal pode incentivar as cidades com programas de troca de tubulações. Em muitas localidades, elas já ultrapassam 70 anos de uso e contribuem para jogar fora um grande volume de água que passou por um processo de tratamento de alto custo. É dinheiro literalmente jogado pelo ralo.

Hoje, as empresas brasileiras do setor já contam inclusive com tecnologia que permite a troca desses encanamentos sem a necessidade de abrir valas nas vias das cidades. São chamados de métodos não-destrutivos de substituição de tubulações antigas em áreas densamente urbanizadas. Além das tubulações antigas, os operadores precisam melhorar a gestão de operação dos seus sistemas de abastecimento, atualizando os seus cadastros e implantando Distritos de Medição e Controle (DMCs).

Mas precisamos ainda enfrentar a realidade dos custos de tratamento de água e esgoto no país. As tarifas cobradas pelas companhias de saneamento no país estão longe da realidade e não refletem os reais custos operacionais, como o aumento da energia elétrica, gastos com produtos químicos, entre outros. Isso afeta diretamente os próprios investimentos, adiando obras essenciais e melhoria dos serviços prestados.

Os novos prefeitos têm o compromisso de melhorar a qualidade de vida da população. E isso passa, invariavelmente, pelas condições de saneamento básico. Sem investimentos no setor, os municípios brasileiros continuarão deixando um legado de subdesenvolvimento capaz de afetar seriamente a vida das pessoas. É preciso mudar isso!

(*) Luiz Roberto Gravina Pladevall é presidente da Apecs (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente) e membro da Diretoria da ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental).

Informações Clipping

 

Confira o clipping das notícias da Apecs.

Basta digitar www.mjournal.net.br/apecs 

 

Contato

Rua Rego Freitas,289- 6º Andar Sala 61 Vila Buarque CEP:01220-010:
apecs@apecs.com.br
  +11 3221 5554
  +11 3333 4327
  São Paulo - SP